Quem cuida de uma pessoa com demência tem, estatisticamente, mais sintomas de depressão, ansiedade, insônia e doenças físicas do que a média. O fenômeno tem nome: sobrecarga do cuidador, ou burnout. E não é sinal de fraqueza — é consequência previsível de um esforço contínuo, muitas vezes invisível, que se estende por anos.
Esta categoria é dedicada ao "segundo paciente" da jornada: o cuidador familiar. Você encontra conteúdo sobre como reconhecer os sinais de esgotamento antes que virem crise, construir uma rede de apoio realista, lidar com culpa e luto antecipatório, e preservar momentos de descanso sem sentir que está abandonando o familiar.
Cuidar de si não é egoísmo. É a única forma de sustentar o cuidado a longo prazo. Os textos aqui reunidos partem dessa premissa — e oferecem caminhos concretos para colocá-la em prática.